terça-feira, 7 de setembro de 2010


















Nesta manhã, pesei-me.
Na balança, havia o peso daquela briga. Ocorreu no dia 7 de setembro.
Não recordo o que vestias... Mas lembro-me de sua feição.
Seu olhar de quem me acusa por falar demais, parecia gritar por um silenciador.
O que houve em meu coração para minha boca proferir tantas ofensas?
Meu amado, não sei lhe dizer. Talvez minha falha memória tenha colocado esse arquivo em uma gaveta ao qual não deve ser mencionada ou aberta. Deve ser reveladora de fatos falhos.
Mas lhe disse em meio ao café, palavras tão ferinas, que o percorrer da simples lágrima em tua face, me fez estremecer as pernas. Foi ali que percebi o descontrole de meus pensamentos, fala e sentimentos. Possivelmente andam em conflito caro amado. Perdoe-me.

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