quinta-feira, 23 de setembro de 2010























Fui rejeitada das mais variadas formas...
Não fui lembrada, ou tão pouco amada.
Nem para ter raiva, tu me quiseste aqui.
Indiferente. Fui à poeira mais suja que lhe passou por entre os dedos dos pés.
Cuspiste em tudo que tinha mais apreço. Tu arruinaras o amor que carregava por ti.
Estou aprendendo que viver por mim mesma é preciso.
Talvez não hoje ou quem sabe amanhã, tu irás ser só passado.
Pouco importa! Não precisas saber, nem tão pouco sentir o mesmo!
E nessa contradição, quem me dera... Oh! Que dera, sentir teus lábios novamente...

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